Acho que não sei falar de amor. Não mais. Acho que desaprendi. Ou me dei conta de que nunca soube.
Eu sempre falei de mim.
De um jeito ou de outro, eu sempre falei de você. E falar de você faz menos sentido que costumava fazer.
Encerro, assim, minha relação com isso de escrever sobre esse sentimento?
Alimentei minha saudades porque inventei as tuas. E elas ficavam tão bonitas naquele jogo de ‘quer, mas não pode’ e todos aqueles versos sobre amores escondidos pareciam feitos pra nós.
Eu cuidava que você tinha um gesto a fazer em minha direção, qualquer coisa ainda a ser esboçada. Mas nada havia. Um olhar a ser desviado para qualquer parede branca, talvez…
E agora, sem esperanças, para onde mandar o que ficou pelo caminho? O que fazer com as inspirações?
Com os rascunhos que se sabem intermináveis, o que fazer, por fim, com tanto querer bem?
Aprendi que sempre pode piorar, que sempre se pode morrer mais um pouco. Mas eu odeio qualquer moral da história e odeio tanta falta de esperança.
Para que eu viva, eu vou ter que te matar em mim, um suicídio doloso.
Sabe, prefiro mexer no que cicatriza, lidar com a dor de antes e com a dor de agora.
Duas feridas doendo no mesmo lugar.
Porque eu tive que testar os limites,
pra descobrir que eu não podia muito mais.
O limite era logo ali.
E o logo ali é muito longe de onde você queria estar.
Eu sempre falei de mim.
De um jeito ou de outro, eu sempre falei de você. E falar de você faz menos sentido que costumava fazer.
Encerro, assim, minha relação com isso de escrever sobre esse sentimento?
Alimentei minha saudades porque inventei as tuas. E elas ficavam tão bonitas naquele jogo de ‘quer, mas não pode’ e todos aqueles versos sobre amores escondidos pareciam feitos pra nós.
Eu cuidava que você tinha um gesto a fazer em minha direção, qualquer coisa ainda a ser esboçada. Mas nada havia. Um olhar a ser desviado para qualquer parede branca, talvez…
E agora, sem esperanças, para onde mandar o que ficou pelo caminho? O que fazer com as inspirações?
Com os rascunhos que se sabem intermináveis, o que fazer, por fim, com tanto querer bem?
Aprendi que sempre pode piorar, que sempre se pode morrer mais um pouco. Mas eu odeio qualquer moral da história e odeio tanta falta de esperança.
Para que eu viva, eu vou ter que te matar em mim, um suicídio doloso.
Sabe, prefiro mexer no que cicatriza, lidar com a dor de antes e com a dor de agora.
Duas feridas doendo no mesmo lugar.
Porque eu tive que testar os limites,
pra descobrir que eu não podia muito mais.
O limite era logo ali.
E o logo ali é muito longe de onde você queria estar.
A gente nao fala de amor... sentimos o amor... sentimos com o corpo e principalmente com a alma. Limite é algo que nao existe quando se fala de amor, o limite coexiste com o medo de amar! Saudade um sentimento dificil de lidar, de saber em que caminho seguir e curar essas dor no peito que da e passa... e volta sem motivo algum...
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